“A revolução dos ciborgues”, um documentário
japonês, mostra como cientistas estão desenvolvendo novas tecnologias para
ajudar deficientes físicos. Para quem perdeu os braços num acidente, cientistas
japoneses criaram braços mecânicos.
A grande inovação está
no controle dos membros artificiais, feito diretamente pelo usuário, por meio
de um chip eletrônico instalado no cérebro. É só pensar em levantar, que o
braço se ergue.
Está em testes o olho
eletrônico, que devolve a visão a quem a perdeu. É uma câmera digital comum,
acoplada aos óculos. Da mesma forma que o braço, o visor é ligado diretamente a
um chip instalado no cérebro. Na cintura, fica o computador portátil que
controla o sistema e as baterias.
Um homem, que é cego,
diz que agora consegue ver o varal no jardim.
“Ali eu vejo uma
árvore”, diz ele.
A imagem que ele
enxerga ainda precisa melhorar muito. Mas quem duvida do potencial dessa nova
tecnologia?
Outra criação dos
cientistas japoneses: a armadura-robô, inventada para dar força suplementar a
quem não tem força nos membros inferiores. Até mesmo quem não tem movimento
algum da cintura para baixo pode se beneficiar.
Usando uma armadura
completa, um homem consegue levantar um container muito mais pesado que ele.
A roupa robótica
aumenta a força do usuário em até dez vezes. A versão comercial desse aparelho
chega ao mercado japonês ainda este ano. Os cientistas apostam também no uso
dessa nova tecnologia em operações de resgate, no caso de um terremoto, por
exemplo.